apenas...
"

Ah!
O amor própio.
A naturalidade.
A simplicidade.
A humildade.

Sim!
O jeito de olhar o mundo.
O jeito de se ver.
O jeito de ver o próximo.
Não colocar ninguém no pedestal.
É o desprezo pela beleza alheia
Pelo comum.
Somos todos humanos.

É!
O belo no outro.
É a alma.
É o espírito.
São as peculiariedades.
É a sintonização.
É o encaixe.

"
-Bueno.
"

Acho.


Quero ver.
De olhos fechados.
Contemplar.
Sentir.

Quero abri-los.
E nao me arrepender.
Ver o surreal.
Ver além do esperado.

Ouvir algo bom.
Um pedido sincero de perdão.
Ou quem sabe até.
Nao ter motivos para ouvi-lo.

Acho.
Que acho.
E quero.
Demais.

"
-Bueno.
"Ah, a simplicidade.
-
Os cabelos desgrenhados.
O rosto sem maquiagem.
Os olhos naturais ao ver o sol.
Os pés à vista, livres pra sentir o mundo.
Aquela menina que vive, que sente.
Que é livre, que liberta."
-bueno.
"

Por que escrever me faz tão bem?
Acho que é pelo fato do papel ou o teclado nao serem iguais a mim e a você.
Ele não tem sentimentos nem emoções.
Ao contrário de pessoas, ele pode ser controlado e previsto, nao é um mistério e fórmula que cada um tem uma resposta diferente.
Apesar disso, as palavras aqui escritas tem vida pra mim.
É o refúgio de uma vida, que encontra o lugar que pode criar e sonhar.
Talvez seja a canalização de alguém que ao invés de falar, escreve.
As vezes não por medo do que os outros vão falar, mas por saber que os outros não vão poder dar o que necessito.

"
-

Bueno.

"

Me desculpe.
Penso demais.
Vivo de menos.
A ignorância é um castigo ou uma benção?
Não consigo me imaginar na ignorância.
Sem saber e entender o que me cerca.
Então aceito minha condição.
Acho que o ônus que ele carrega é apenas o tributo a se pagar à Deus. O tributo da oportunidade do conhecer e do pensar.

"
-

Bueno.

"

E se for ver, tudo que me faz mal é reflexo do meu “viver intensamente”, “do meu amor grandioso por você”, que as vezes não consigo lidar. Se for ver, quando te faço mal, o culpado é o meu próprio sentimento, que na verdade só quer o teu bem, mas é bobo, tem horas que não sabe como lidar, mas que tem a necessidade de fazer algo. É o jogo do tudo ou nada. Não se trata de amar ou não amar, bem ou mal, e sim de amar ou amar demais, saber expressar e canalizar ou perder pro impulso bobo e imaturo.

"
-

Bueno.

"

Pensei em não me entregar pra mais ninguém. Pensei que ninguém me faria olhar apenas para o futuro. Mas aí vem você e me faz tão bem.

"
-

Bueno.

"Se você não consegue virar a página, troque o livro. Existem tantas histórias interessantes esperando para serem lidas, esperando para serem lindas."
-Eu me chamo Antônio.   (via retirei)